segunda-feira, 5 de março de 2012

Dormindo com a lua.

São tantas perguntas.

Na fase que me encontro é comum, é normal.
Não, não é normal pra mim. Sou eu quem estou passando por todos esses questionários estúpidos e "naturais da vida".
Deve até ser cansativo ler esses tipos de perguntas em todo lugar, toda hora. Mas não me importo de repeti-las porque, por mais natural e clichê que elas sejam, sou eu quem passo por isso e para entendê-las, preciso senti-las.

O que ser? O que sentir? Como se comportar? O que dizer? O que pensar? Em quem acreditar?
Existe amor?
O mundo realmente só tem maldade e injustiça? E se eu não conseguir? E se eu não agradar?
Primeiro eu ou primeiro os outros? O que cursar? Dinheiro ou alegria? Seria melhor não ligar pra nada e tentar ir por aí desse jeito? Fugir de casa e de si melhora?
Cadê meus amigos? Isso é normal? Por que as pessoas são assim?

Será que existe resposta pra todas essas perguntas?
Será que eu quero saber de todas as respostas?

Mas no meio de toda esta confusão, fechei os olhos e quando abri, me deparei com a lua. Grande, cheia, bonita e calma.
Bem calma.
Desejei dormir com a lua por um instante e captar um pouco da calmaria para o meu cérebro - para o meu eu.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Viagem para o interior.

Nada de roças ou cavalos, gado ou pasto, casebres ou pracinhas, bicicletas ou sotaques.

Muito frio e fogo, certezas confusas e confusões certas. Muito espírito de adolescente sabe-tudo e muito espírito de iniciante apavorado. Perdi as contas dos "sonhos realistas" e dos pontos de vistas "totalmente diferentes". Muita certeza de que não era influenciada por nada e só o seu eu regia o seu eu. Nada mais.

Foi isso que encontrei nessa curta e bizarra viagem ao interior. Dela.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Seu abraço é meu casaco favorito.

Quando sinto frio,
Lembro dos nossos beijos.
Meu corpo corresponde como se estivesse novamente naquele dia.
Talvez, são efeitos dos hormônios da juventude.
Ou, talvez, é amor.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Desejos.


Tudo está tão bem. Não. Tudo aparenta estar tão bem. Eu vivo por não ter outra opção.

Não sei bem se realmente vivo.

Viver é tanta coisa. Eu sou tão pouco.

Fortes aqueles que conseguem viver sem se intrigar com este mundo que temos. Mas para que tantas lamentações, afinal, se sou tão jovem?

Temos um planeta evoluído, com uma variedade incrível; um mundo bom. Porém, há também um mundo que eu ainda não decifrei. Eu sou tão pouco. Repito.

Não posso salvar vidas, pessoas ou animais. Não existe mundo perfeito. Eu sei. Mas parece que vim com a mesma inutilidade de todos. Nascer, estudar, trabalhar, morrer. 
Quero mais. Quero ajudar, mudar, fortalecer. 
Sonhos clichês de adolescentes “frustrados”. Uma hora passa. Eu sei. 
Mas e se ao menos eu pudesse ajudar por meio das minhas palavras, como um belo escritor? Nem isso eu sei.